Diário
de uma garota solteira, com quase 27 anos.
Dia 47:
Em certos dias eu só consigo pensar em como sou grata pela vida, pela movimentação do universo e por todos os encontros que já tive.
Daqui alguns dias faz três meses que estou solteira, mas não me senti sozinha em nenhum destes tantos dias.
Se as coisas apertam tenho sempre o ouvido e colo da minha família, se quero relembrar minha adolescência e a vida na minha terra tenho as memórias de um amigo fiel, tenho tantos outros que, por mais distantes que estejam, têm sempre dez minutinhos para trocar mensagens que sempre aliviam.
Sinto muito por todas as pessoas que reclamam pela falta do outro. Sinto mesmo.
Mas eu tenho muita sorte, afinal.
Dia 47:
Em certos dias eu só consigo pensar em como sou grata pela vida, pela movimentação do universo e por todos os encontros que já tive.
Daqui alguns dias faz três meses que estou solteira, mas não me senti sozinha em nenhum destes tantos dias.
Se as coisas apertam tenho sempre o ouvido e colo da minha família, se quero relembrar minha adolescência e a vida na minha terra tenho as memórias de um amigo fiel, tenho tantos outros que, por mais distantes que estejam, têm sempre dez minutinhos para trocar mensagens que sempre aliviam.
Sinto muito por todas as pessoas que reclamam pela falta do outro. Sinto mesmo.
Mas eu tenho muita sorte, afinal.
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